Um passeio pela bela Zurique

Deixamos o "lado francês" da nossa viagem no dia 24 de julho bem cedinho. Pegamos o trem em Delémont em direção a Zurique, onde faríamos a baldeação para o nosso próximo destino, a pequenina Degersheim. Entretanto, não podíamos passar pela maior cidade da Suiça, sem ao menos dar uma volta, então deixamos nossas coisas em um armário da estação ferroviária, o que nos custou 9 francos suiços. E valeu a pena nos livrarmos do peso para podermos conhecer um pouquinho daquela bela cidade, considerada a cidade com melhor qualidade de vida do mundo.

A estação ferroviária de Zurique
Nossa primeira parada foi um belo parque atrás da estação ferroviária, o Platzspitz, um lugar muito agradável com muito verde, entre dois rios, o Sihl e o Limmat, formando bonitas paisagens. O parque tem diversos brinquedos para as crianças, várias áreas gramadas para piquenique e até um jogo de xadrez gigante, onde eu e Dimi arriscamos uma partida.

Escultura na entrada do Platzspitz 
Na lateral do parque, a orla do rio Limmat, que vem desde o Lago de Zurique, convida a um mergulho nos dias quentes de verão. E tinha muita gente aproveitando: pessoas nadando, moças com colchões infláveis, garotos dando altos mergulhos de uma das pontes. Até o Neo se arriscou em um mergulho. Mesmo sem roupa apropriada, como ele estava com uma calça de tactel, aproveitou para se refrescar por todos nós. O rio era bem fundo com uma água muito convidativa, de um lindo verde esmeralda e, além dos banhistas, havia muitos cisnes e patos.

Cisnes e patos no rio Limmat
No final do parque, o rio Sihl se junta ao Limmat, que continua em direção à Baden. Aquela parte também é de tirar o fôlego, com algumas piscinas naturais e uma represa, que forma uma bela paisagem para os turistas tirarem fotos.

Eu e Layla na ponta de encontro dos rios Sihl e Limmat
Depois de almoçarmos mais um piquenique no parque, seguimos nosso passeio pela orla do Limmat em direção ao centro histórico. No caminho fomos nos deslumbrando com as paisagens, o perfeito equilíbrio entre a natureza e a arquitetura. Aliás, a limpeza do rio, mesmo com barcos, é incrível. Um rio próprio para banho em meio a uma região metropolitana com mais de  1 milhão de habitantes, não é realmente para qualquer lugar. 

Pontes, barcos e água limpa!
Visitamos o Mosteiro de Grossmünster, uma igreja evangélica que é um dos símbolos mais famosos de Zurique, graças às suas torres. Do alto de uma delas, têm-se uma vista panorâmica da cidade, podendo avistar até os Alpes, que ficam a apenas 30 km de distância. Nós, infelizmente, não fomos ao topo da torre, nos limitamos a conhecer seu interior e a entrada, onde há uma pequena réplica da igreja, construída por volta do ano de 1100.

A réplica do Mosteiro de Grossmünster
Fomos também a uma incrível loja de instrumentos musicais, a MusikHug, com inúmeros andares e sessões para todos os gostos, deixando o Dimi doido, querendo tocar todos os instrumentos em exposição. Uma outra sessão de vinis nos chamou a atenção, as vitrines repletas de títulos de artistas como Cash, Rainbow e Zeppelin.

Vitrine de vinis da MusikHug
Chegamos ao final do Limmat e nos deparamos com o belo Lago de Zurique. Ficamos contemplando a região por algum tempo. Havia passeios de barco pelo lago, mas não tínhamos tempo nem dinheiro para os fazer. O movimento era grande, muitos artistas de rua se apresentavam no local e resolvemos também fazer uma intervenção por ali. Foi um show rápido, pois a hora de nosso trem estava chegando. Tocamos algumas versões e outras próprias, o que foi suficiente para arrecadar quase 10 francos suiços, colaborando para o nosso lanche, antes de pegarmos o trem.

O Lago de Zurique
Foi uma passagem rápida, mas suficiente para nos apaixonarmos pela cidade. Ficamos com aquele gostinho de quero mais e Zurique foi mais uma que entrou para o nosso TOP 10 :)

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